
Guilherme Yohan - Embaixador fez uma pergunta.
ha uns tempos atras eu fiz uma analise em cerca de 15 milhoes de disparos e consegui gerar um detalhamento bem interessante sobre o comportamento dos leads. na base tinha de tudo: PF, PJ, homem, mulher, gente de todos os estados e varios setores da economia.
Analisando os dados, percebi q o jeito de escrever muda totalmente o resultado. pra PF, assunto mais próximo do dia a dia, com tom de conversa e ate 1 emoji, aumentou a taxa de abertura em cerca de 5%. é aquela sensação de “esse email foi feito pra mim”. já pra PJ, o efeito foi o contrário: caiu. quando usei assunto direto, objetivo e sem enfeite, a abertura subiu uns 4%. empresa quer rapidez e clareza.
teste extra q fiz: gênero do remetente. emails enviados por mulher pra homens tiveram +2% de abertura. de homem pra mulheres, +6%. detalhe pequeno, mas q mostra como a percepção muda dependendo de quem “assina” o email.
isso tudo mostra q email marketing não é só disparar! vale pensar em quem ta recebendo, ajustar tom, testar remetente e medir cada envio. cada público tem seu jeito e pequenos ajustes geram grande impacto.
quer ver o estudo completo, com todos os números, exemplos e referencias q usei nessa analise? confere meu artigo completo no linkedin:
ele é antiguinho mas vale a galinha toda :P
Obrigada por compartilhar, Guilherme!
:)
Excelente análise, Guilherme! Além da taxa de abertura, você chegou a observar impacto em métricas de engajamento mais profundas, como CTR e taxa de resposta? Sempre penso como esses ajustes de assunto, remetente e tom refletem não só na abertura, mas também no avanço real do lead no funil.
Nesse estudo em especifico, não. Mas gostei do tema, vou me aprofundar pra fazer uma versao 2.0 dele analisando CTR e taxas de resposta.