Menos automação. Mais contexto.

Uma mudança que fez bastante diferença foi enriquecer os leads antes de entregá-los para o comercial.

Em vez de criar tarefas automaticamente para todo mundo que convertia, comecei a coletar mais informações durante a jornada. Páginas visitadas, materiais baixados, respostas em formulários e nível de interesse passaram a fazer parte do contexto.

Quando o vendedor abre o CRM, ele não vê apenas um nome e um telefone. Ele entende por que aquele lead chegou até ali.

Isso deixou as primeiras conversas muito mais produtivas e reduziu bastante o tempo gasto com perguntas básicas.

No fim, o melhor CRM não é o que tem mais informações. É o que entrega as informações certas na hora certa.


Rafael Siant gosta disto.