Yuri Tardelli - Embaixador fez uma pergunta.
Participei do segundo Deep Dive exclusivo para embaixadores do RD Conecta, apresentado pelo @Diego Garcia - Embaixador , e foi um dos conteúdos mais densos e práticos que já consumi sobre IA aplicada ao marketing.
Vou compartilhar os principais pontos que aprendi durante a apresentação.
Existe muito mais do que ChatGPT no navegador
Diego organizou o uso de IA em quatro níveis de profundidade, cada um com mais esforço, complexidade e impacto do que o anterior.
O Chat Web, que é o mais comum, é a porta de entrada. Fácil, mas com possibilidades limitadas. Os Workspaces e apps desktop já permitem automatizar relatórios, analisar dados de campanhas e executar tarefas diretamente no computador. Os Agentes Pessoais conectam a IA a ferramentas como WhatsApp, Telegram e Slack, com alto potencial mas também com riscos de segurança que exigem atenção. E os CLIs, interfaces de linha de comando, representam o nível mais avançado, com maior controle, automação robusta e visibilidade total sobre o consumo de tokens.
A escolha da ferramenta importa
Não existe uma IA melhor para tudo. Diego apresentou uma tabela de decisão para 2026, mostrando qual modelo usar para cada tipo de tarefa: análise e raciocínio profundo, copywriting com voz de marca, desenvolvimento, pesquisa aprofundada, geração de imagem, vídeo e voz, projetos recorrentes e agendamento de tarefas. Cada contexto pede uma ferramenta diferente, e nem sempre a mais cara é a mais adequada.
Personalização é o que diferencia o seu resultado
A base de dados da IA é a mesma para todo mundo. O que muda é como você personaliza. Isso passa por Skills e Projetos, que são instruções que ensinam a IA a trabalhar do seu jeito, por MCPs e conectores que integram a IA às suas ferramentas, por agendamentos que automatizam tarefas recorrentes sem supervisão, e por agentes especializados para tarefas complexas com múltiplas etapas.
Framework para prompts que entregam
Diego apresentou um framework baseado em onze perguntas para estruturar qualquer prompt de forma eficiente: papel da IA, tarefa, público, produto esperado, contexto, tom, restrições, o que evitar, critérios de sucesso, formato e referências.
E a dica extra, que ele destacou como a que mais faz diferença: antes de rodar o prompt, peça para a IA listar as dúvidas e pontos que não ficaram claros. Isso evita retrabalho e melhora muito a qualidade da entrega.
Saí do Deep Dive com a sensação de que ainda estou no início dessa jornada e tenho muito a aprender. Mas também com ferramentas concretas para começar a ir mais fundo.
Obrigado, @Diego Garcia - Embaixador , pelo nível do conteúdo compartilhado.
Alguém aqui já usa algum desses recursos mais avançados no dia a dia? Quais têm feito mais diferença para vocês?
Fala, Yuri! Que baita resumo, cara. Vi o seu "Sensacional!!!" lá no chat, bem na hora em que mostrei o terminal rodando direto no HTML da apresentação.
A regra mudou. O mercado inteiro tá olhando pra interface bonitinha do chat na web, enquanto a verdadeira mudança tá acontecendo na linha de comando e nas automações de bastidor via CLI e MCP.
Como a gente falou na call, a IA não cria contexto do zero. Resultados ruins vêm de pensamento estratégico raso.
Você resumiu perfeitamente a lógica do framework 11+1. E aquela dica final de mandar a IA listar as dúvidas antes de rodar o prompt? É o que salva a gente de receber um material genérico e ter horas de retrabalho.
Tamo junto demais!